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segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Conta Digital: Economize até 300 reais por ano

Para quem não costuma ir fisicamente na agência bancária e faz suas transações pela internet, há 4 meses já é possível PEDIR ISENÇÃO DA CESTA DE SERVIÇOS BANCÁRIOS, aquela que é debitada mensalmente de nossa conta corrente. A média de valor cobrado é de 25 reais, sendo que contas de categoria "especial" pagam cesta de até 60 reais e podem igualmente aproveitar a nova lei.


A modalidade CONTA DIGITAL garante isenção de tarifas desde que o cliente faça seus movimentos bancários via caixa eletrónico, online banking e telefone. Isso você pode conferir aqui e aqui


Nesta conta ainda é permitida gratuitamente a impressão mensal de um extrato bancário nos terminais de atendimento e DOC e TED sem limites, podendo realizar quantos forem necessários. A abertura de contas correntes novas é realizada via Internet fazendo com que o novo cliente somente vá na agência para assinar os papeis e entregar os documentos pessoais. 


E mesmo para o cliente que vai à sua agência e não usa a internet para pagar as contas, é possível pedir a alteração de sua conta corrente para a chamada conta corrente simples, também isenta de tarifas. Para saber mais e pedir um modelo de carta para essa isenção, acesse nosso post Conta Corrente isenta de cesta de serviços bancários existe e é lei. Ambas valem somente para pessoa física.


Agradecemos muito ao nosso leitor Vinícius Maglio Silva que nos enviou a dica e até o link do site do Banco do Brasil. 


Para saber ainda mais, leia o texto do Jônatas R. Silva no blog Efetividade clicando aqui.


Por Gabriela Maslinkiewicz

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Como Reduzir Gastos – Décimo Primeiro Passo: Taxas e Tarifas



Nos últimos dez anos, a participação das tarifas administradas nos gastos familiares subiu de 14,9% para 20,3% do total. A informação foi divulgada ontem pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estudos Estatísticos e Sócios-Econômicos).
Os preços administrados são aqueles controlados pelo governo, como combustível, eletricidade, telefonia e transporte, entre outros. Para realizar esse cálculo, a economista só considerou os dados a partir de agosto de 94 para excluir possíveis distorções causadas pela troca de moeda no ano, de cruzeiros reais para reais.
Os reajustes de muitas tarifas administradas, no entanto, estão previstos por contrato. No caso de telefonia e energia, por exemplo, que ainda serão reajustados, a correção é feita com base no IGP (Índice Geral de Preços), que pesquisa preços no atacado e, por isso, sofre mais pressão em momentos de alta do dólar.
Como são reajustadas anualmente com base na taxa do ano anterior, as tarifas "carregam" a inflação antiga para o presente, apontam especialistas. Mesmo assim, para alguns economistas a renegociação de contratos não é uma boa idéia, já que poderia desestimular investimentos.
As tarifas bancárias, em sua maioria, são regulamentadas pelo Banco Central. Entretanto, alguns bancos ainda fazem cobranças indevidas como se fosse uma dívida nossa com o banco. Outro absurdo, é que muitas vezes são cobradas taxas por um simples serviço de impressão de saldos bancários. 

Por isso, é importante ficar atento e se previna através das recomendações da Dra. Fernanda Guimarães abaixo:

1 – Tarifa bancária oscila muito de banco para banco. Some tudo que você paga por ano em um banco (tarifa de manutenção de conta, extratos, tarifa de renovação de cadastro, tarifa de excesso de folhas de talão de cheque) e pesquise em outros bancos. O banco jamais vai lhe ligar oferecendo menores tarifas. Você é quem tem que questioná-lo sobre a possibilidade de redução de seus encargos.

2 – Previdência privada é oferecida pelos bancos em geral. Analise bem antes de decidir a sua aplicação. Considere a taxa de administração cobrada pela Instituição Financeira bem como os riscos e a carteira onde os seus recursos poderão ser aplicados. Lembre-se que previdência é um investimento para longo prazo, podendo trazer perdas financeiras significativas para resgates feitos em um curto prazo devido alta carga tributária.

3 - Fique fora da venda casada. Esse negócio de atrelar o financiamento à casa própria ao cartão de crédito ou o seguro do carro ao cheque especial é uma roubada.  Venda casada não é bom negócio nem quando você compra um cachorro quente na barraca da esquina do serviço e ganha um suco.  No banco então, é sinal de mais taxas. Essa mania dos bancos é considera prática abusiva.

4 - Veja se o pacote que você tem na sua conta está de acordo com os seus hábitos. Tem gente que tem pacote ilimitado e quase nem usa os serviços. Outros tiram vários extratos por semana sem saber que o banco só permite um, daí pagam um monte de taxas além do pacote básico. Descubra na agência qual é o pacote mais apropriado para você.

5 - Faça sempre um comparativo entre as taxas cobradas pelo banco onde você possui conta e por outros bancos. No site da FEBRABAN você poderá encontrar boa parte das tarifas cobradas pelos principais bancos do país.

Por Gabriela Maslinkiewicz

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Contribuição Bureau nos Hotéis tem pagamento facultativo e não pode ser debitado automaticamente da conta

Assim que recebi a fatura com as despesas extras no check-out do Sheraton Barra, não pude deixar de observar e reclamar quanto à cobrança direta na conta do quarto da chamada Contribuição Bureau ou Room Tax. Como seu pagamento é algo facultativo e voluntário, sou contra o débito automático destes valores, que devem ser devidamente e antecipadamente à cobrança explicitados aos clientes e sugerido seu pagamento sem qualquer constrangimento. Ao contrário, para conseguir a exclusão do valor, precisei assinar uma declaração de que estava me recusando a contribuir, que a recepcionista informou que seria imprescindível para ela "explicar" o motivo do estorno que ela teria que fazer. 

Assim como a famosa "taxa de serviço" dos restaurantes, a Contribuição Bureau não é ilegal, mas deve ser cobrada apenas do consumidor que se prontifica a fazer o pagamento; ou seja, precisa ser facultativa a cobrança e não estar automaticamente lançada na fatura. Sinceramente, no caso do destino desta contribuição, entendo que a manutenção das atividades das fundações ou associações que gerem estas verbas são de interesse e de responsabilidade da classe hoteleira. Impor "sorrateiramente" este encargo para os hóspedes, sem a devida transparência e esclarecimento, me parece incorreto. 
Ainda, interessante observar que o mesmo Hotel Sheraton Barra pratica 2 valores diferentes para esta cobrança: R$ 7,00 e 3,00U$, que são valores, por óbvio, diferentes.   


Imagens www.sheraton-barra.com.br e www.brasilcontact.com

O que é Contribuição Bureau?
A Contribuição Bureau é um valor de contribuição dos hotéis que normalmente vem incluído na fatura do estabelecimento, com valor variável de acordo com a classificação de cada hotel. A quantia arrecadada em cada hotel é repassada à Fundação ao final de cada mês. 


Para onde vai a Contribuição Bureau?
Nos grandes destinos turísticos mundiais, os Convention Bureaux atuam como impulsionadores do desenvolvimento do turismo da região. No Brasil, são geralmente fundações mantida pela iniciativa privada e pelas contribuições voluntárias. Atua diretamente no desenvolvimento do turismo do Estado, de forma independente, trabalhando o aprimoramento dos serviços ligados ao turismo e a redução da sazonalidade turística.

Contribuição Bureau (ou Room Tax) é facultativo; não é uma taxa, nem um tributo. 
É uma contribuição do visitante para apoiar as ações de captação de mais eventos para a cidade, destinos parceiros e a produção de material de divulgação do destino, incluindo campanhas publicitárias, folders, panfletos, cartazes, vídeos, banco de imagens, agenda de eventos, catálogos de dicas e descontos, mapas, além dos treinamentos para bem receber nossos visitantes. Assim agrega-se valor ao setor, colabora para a melhoria da infra-estrutura da cidade e conseqüentemente, contribui para aumentar o fluxo de visitantes e a taxa de ocupação dos hotéis e estabelecimentos associados, movimentando a economia de nossa cidade e dos destinos parceiros, em benefício dos visitantes e seus habitantes.


Por Fernanda Guimarães